Ainda mais ampla foi a maioria alcançada pelo candidato do SPD a chanceler da Alemanha, Peer Steinbrück, ungido pelo seu partido com uns muito confortáveis 93,5% dos 600 delegados reunidos para o efeito. Curiosamente, Steinbrück contrariou o muito que se tem escrito a seu respeito e, num discurso de duas horas, recusou de forma liminar uma aliança pós-eleitoral com Merkel, ao mesmo tempo que criticou as políticas da governante alemã em relação aos países menos favorecidos da união económica e monetária (nos quais Portugal se inclui, obviamente).Amanhã bem cedo, os olhos da Europa estarão fixos nos mercados italianos e na forma como estes reagirão ao regresso de Berlusconi à política activa e ao anúncio da demissão de Mario Monti.
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