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| Autor: Ricardo Stuckert, Agência Brasil |
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Berlusconi, sempre Berlusconi
Egipto: qual o papel das forças armadas?
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| Gigi Ibrahim |
A grande incógnita deste confronto reside nas forças armadas, que têm vindo a perder influência política nos últimos meses. Durante anos, os militares estiveram associados ao regime de Mubarak, um antigo general. Porém, com Morsi tudo é diferente. Não provém do exército, mas sim de uma organização islamista que nunca despertou grandes simpatias nos meios castrenses. Apesar das mudanças promovidas pelo actual presidente na cúpula militar, não é líquido que esta esteja disposta a arriscar-se por uma tendência política que sempre combateu.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Portugal, moderadamente corrupto
A organização Transparência Internacional divulgou a sua lista anual que classifica o nível de corrupção dos Estados. A Somália é o país mais corrupto e a Dinamarca o mais transparente. Na União Europeia, os gregos serão os mais corruptos, surgindo a meio da tabela mundial, a par da Colômbia. Portugal beneficia de uma classificação bem melhor: 33º lugar em 176 possíveis. No entanto, parece evidente que a crise acentua o fenómeno. Mais um critério sistematicamente ignorado por Bruxelas, por Berlim... e por Lisboa. Vale a pena ver o vídeo que explica este ranking.
Toda a informação está disponível no site da organização.
Toda a informação está disponível no site da organização.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Presidenciais brasileiras de 2014 já mexem
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| Eurico Zimbres |
Egípcios contra Morsi
Os protestos contra o presidente egípcio Mohamed Morsi têm ido em crescendo. Vários partidos e movimentos laicos contestam nas ruas o projecto de Constituição que irá ser submetido a referendo no próximo dia 15. Os manifestantes rodearam esta tarde o palácio presidencial e tentaram romper os cordões de segurança. Morsi viu-se, assim, obrigado a abandonar o edifício.
A crise explicada em 7 minutos
Vale a pena ver este vídeo sobre a economia espanhola. De forma muito simples, consegue explicar-nos a crise de "nuestros hermanos". Muito do conteúdo também é aplicável a Portugal.
Quase 5 milhões de desempregados
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| Zaqarbal |
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